Fidelidade, onde?
Esta eleição está demonstrando que a tal da fidelidade partidária não tem valido muito, os candidatos e os filiados aos partidos agem de acordo com os seus interesses e os partidos, os princípios, as ideologias vão pras "cucuias". O que tem de gente pertencendo a um partido apoiando candidatos de outros, não dá nem pra contar, essa é a realidade.
Probabilidade
O assunto que ganhou maior projeção na semana passada foi a probabilidade de ter segundo turno ou não. Muitos jornalistas repercutiram as pesquisas e fizeram diversas análises, mas nenhum arriscou um palpite mais profundo, apenas se limitaram a explanar o que já havia sido divulgado. Esse é um sinal de que as coisas estão indefinidas, mas com enormes probabilidades de não haver segundo turno, principalmente se analisarmos todas as pesquisas juntas.
Coligações
A ciumeira entre os candidatos de algumas coligações é notória, mas a mais evidente está dentro do PV/PMDB/PR em função da aproximação entre Henrique e João Maia com Carlos Eduardo candidato do PDT e adversário dos verdes em Natal. A participação deles em carreatas com Carlos Eduardo em alguns municípios tem gerado muita revolta entre os verdes em função de Carlos ser o principal candidato a prefeito de Natal que poderá vir a ameaçar a reeleição de Micarla em 2012.
Faz parte da estratégia
Segundo analistas, essa postura de Henrique Alves pode ser uma estratégia para tentar alavancar a candidatura de Carlos Eduardo para o governo e com isso levar a eleição de governador para um segundo turno, favorecendo ao seu candidato Iberê Ferreira, já que ele sozinho não está conseguindo atingir o objetivo e por isso precisa da ajuda de Carlos.
Municipalizando
Outro fato interessante nessa campanha é a chamada municipalização do pleito, ou seja, os candidatos, principalmente os que compõem chapas proporcionais, estão subindo em vários palanques sem se incomodar quem seja os candidatos, o que tem importado é a liderança local. Temos visto casos em que adversários ferrenhos se encontram no mesmo palanque, tudo para conseguir os votos e se eleger. É uma salada só! E o povo não está nem aí, tudo é válido. E o pior, está acontecendo em todo o país.
Quota feminina
A lei eleitoral é clara, os partidos devem respeitar a cota mínima de 30% das vagas que são destinadas ao sexo feminino. Algumas coligações no Estado não respeitaram essa norma e vão ter que se adequar, ou substituindo candidatos do sexo masculino por feminino ou apresentando novas candidatas caso exista vaga para preencher o mínimo exigido. Assim coligações em que estão grandes partidos como PMDB e DEM terão que atender a essas exigências. Com informações do jornal OMossoroense.
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2 comentários:
Prezado BLOGUEIRO,
Tem toda razão, quando fala sobre fidelidade partidária. Este pleito está um verdadeiro samba do crioulo doido, pois, é mistura total. Veja o caso do PROFESSOR FLAVIANO, que se apresenta como nova GERAÇÃO e se alia a FÁBIO FARIAS, de outra coligação, tendo um candidato a DEPUTADO FEDERAL no seu próprio partido. FICA UMA PERGUNTA NO AR. QUAL FOI O VERDADEIRO MOTIVO QUE LEVOU FLAVIANO APOIAR FLAVIANO E NÃO CANINDÉ DE FRANÇA QUE PERTENCE AO PC DO B DE FLAVIANO.
Essa pessoa q fez esse comentário, está completamente desesperado com a possível vitória no dia 3 de outubro do prof. Flaviano.
o que leva a um anomino fazer tal comentário?????
flaviano na assembleia vai ser bom Apodi e regiao, inclusive p/ vc e seus filhos!!!
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