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segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

[leia] Faça o que eu digo, mas não faça o que eu faço

Sociedade, Meio Ambiente e Cidadania
Marígia Tertuliano - Profª. da UNP

Lendo as últimas notícias sobre a gestão do RN, uma delas me chamou a atenção: um partidário insatisfeito justifica à população de sua cidade, que errou ao apoiar o governo. Essa atitude fez-me refletir: “por que os compromissos políticos, assumidos em campanha, e  as políticas públicas não possuem uma relação direta? Por que ainda vemos as exigências do Estado, enquanto organização, sendo satisfeitas com a adoção do modelo burocrático?"

Ao longo da campanha, quantas amizades foram desfeitas em virtude de crenças e apoios definidos como corretos e que valeriam um RN melhor. As palavras de agravo a honra, a falta de ética, as críticas pela crítica a qualquer custo foram motes das discussões. Hoje, o que percebemos é que pouco mudou. Aqueles que eram governo, no passado, conseguem continuar, uma vez que à surdina serviam a vários senhores. Onde está o compromisso com o cidadão? A lei do umbigo continua a imperar.

Concordo com a linha que afirma a importância que se deve dar aos funcionários de carreira – esses são os que conhecem a realidade das Instituições e quando os mandatos acabam têm que preocupar-se com as condições de suas instituições. Pois são estes que precisam, ao final receber os salários que lhe é justo.

Os aventureiros chegam, apropriam-se do público e vão embora como chegaram. Muitos sem-saber a que vieram respondem pelas Instituições apenas, por uma questão política, mas desinteressados, não se preocupam em criar ou dar continuidade a programas e projetos vinculados às políticas públicas.

Os estudiosos da gestão pública insistem em afirmar a importância de profissionalizar o setor e reafirmam a importância a ser dada ao planejamento e a gestão compartilhada, voltada para resultados. Entretanto, em sua maioria, aqueles que chegam, desconhecem a nova ótica da gestão voltada para resultados. Embebidos de práticas retrógradas, optam por fazer cortes e com eles o engessamento de setores, que desestruturados, prejudicam mais e mais o cidadão.
Enfim, entender de orçamento não é apenas quantificar. Gestão está ligada com doação, percepção do outro, entendimento do todo e ação voltada para o coletivo. Como o Estado quer ter o crédito do cidadão com práticas tão retrógradas; onde as regras não são cumpridas e são desconhecidas por aqueles que necessitam do serviço? Como querer resultados, nas Instituições, se os seus profissionais estão pouco qualificados e os dirigentes desconhecem a realidade local?

Senhores gestores ampliar o conhecimento, através de um banco de Universidade, não é vergonha. Vamos ser humildes e voltar à academia para a melhoria continua de sua formação. Conhecimento nunca é demais.

Entendo que o político é importante, entretanto tem que ser utilizado com a responsabilidade de viabilizar políticas públicas e não como resgate às oportunidades individuais. Entretanto é importante que se promova a eficácia do sistema, de modo a potencializar uma cultura organizacional de excelência. O cidadão não tolera mais governos novos com práticas velhas.
Vamos refletir?

Do ApoDiário: Será que Marígia Tertuliano leu a matéria deste blog. Clique aqui e reveja. Rsrsrs...

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

[leia] José Maria da Silva foi entrevistado no Analisador Político de ontem


José Maria  - Chico de Marinete - Prof. Pedro Filho
No programa Analisador Político da Rádio Cidade FM, José Maria da Silva (PMN) e o vereador Chico de Marinete (PCdoB) falaram sobre a audiência com o deputado federal, Fábio Faria e a visita feita ao vice-govenador, Robinson Faria, ambos do (PMN).

José Maria disse que a conversa da Nova Geração tinha seguido os mesmos moldes de outras que tinham sido feitas em gestões passadas. Buscar as obras prometidas e mostrar as demandas existentes como carência da ação de mandato político em Apodi e região do Médio Oeste.

José Maria reafirmou o que a imprensa já havia publicado com relação à emenda do deputado dederal com relação transformação do Núcleo da UERN de Apodi em um Campus Universitário. O federal Fábio vai ter audiência com o ministro da Educação para que o valor de 18.000.000,00 (dezoito milhões) seja empenhado e assim liberado.

“Na conversa que tivemos com o vice-governador em seu gabinete, não mudamos o tom. Levamos ao Secetrário de Recursos Hídricos de nosso estado um histórico de projetos voltados para o desenvolvimento de Apodi e de nossa Região que estão engavetados a espera de uma ação governamental”. Destaca José Maria.

Durante a entrevista um ouvinte – Aécio Noronha - ligou fazendo a seguinte pergunta. “Na conversa com Robinson e Fábio vocês falaram o que sobre política”?

Reposta de José Maria. Fomos falar sobre questões de melhoria para o nosso Apodi e Região. Entendemos que ainda é cedo para se falar de eleições futuras. Pra não dizer que o assunto “política partidária” não entrou na pauta, o único momento onde se falou sobre isso foi quando entreguei a documentação pedida pela direção estadual do PMN com relação a constituição da nova direção municipal do partido em Apodi que estará sob minha presidência.