Durante o mês de março, a discussão sobre a
utilização sustentável da água veio à tona em decorrência do dia internacional
do recurso, celebrado no dia 22. Segundo o professor Gustavo Henrique Gonzaga
da Silva, coordenador do curso de Ecologia e do Laboratório de Limnologia e
Qualidade de Água da Universidade Federal Rural do Semiárido (Ufersa), a
utilização responsável dos recursos hídricos envolve uma gama de atores que vai
desde o cidadão comum, passando por organizações não governamentais,
associações e órgãos públicos.
Para colocar em prática a valorização desses recursos, devemos evitar ao máximo o desperdício e sempre que possível reaproveitar a água em outras atividades. “Um exemplo viável é o reaproveitamento da água utilizada na máquina de lavar roupas na limpeza de quintais”, aponta ele.
Quando a questão é trazida para a nossa realidade, professor Gustavo da Silva esclarece que a bacia hidrográfica do Rio Apodi/Mossoró é uma bacia estadual, diferentemente da bacia hidrográfica do Rio Piranhas/Assu, considerada federal por percorrer dois estados (Paraíba e Rio Grande do Norte). E um passo importante para a preservação desse ecossistema aquático se deu em dezembro do ano passado quando o Governo do Estado instituiu o Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio Apodi/Mossoró, que passa a compor o Sistema Integrado de Gestão de Recursos Hídricos.
Com a criação do comitê, todos os municípios participam sobre o melhor gerenciamento dos recursos hídricos, “não é coerente que apenas uma cidade capte e trate os seus esgotos, enquanto que outra localizada logo acima dela na bacia hidrográfica não faz o mesmo”, questiona ele. O professor destaca a necessidade do Comitê de Bacia Hidrográfica focar a preocupação na captação e tratamento dos efluentes domésticos dos três maiores municípios da bacia: Mossoró, Pau dos Ferros e Apodi. No caso de Pau dos Ferros, os efluentes lançados podem ser transportados até o Reservatório de Santa Cruz, em Apodi, “contaminando um ambiente aquático com imenso potencial de aproveitamento hídrico e de grande relevância para preservação da biodiversidade aquática do semiárido”, explica o professor.
Para colocar em prática a valorização desses recursos, devemos evitar ao máximo o desperdício e sempre que possível reaproveitar a água em outras atividades. “Um exemplo viável é o reaproveitamento da água utilizada na máquina de lavar roupas na limpeza de quintais”, aponta ele.
Quando a questão é trazida para a nossa realidade, professor Gustavo da Silva esclarece que a bacia hidrográfica do Rio Apodi/Mossoró é uma bacia estadual, diferentemente da bacia hidrográfica do Rio Piranhas/Assu, considerada federal por percorrer dois estados (Paraíba e Rio Grande do Norte). E um passo importante para a preservação desse ecossistema aquático se deu em dezembro do ano passado quando o Governo do Estado instituiu o Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio Apodi/Mossoró, que passa a compor o Sistema Integrado de Gestão de Recursos Hídricos.
Com a criação do comitê, todos os municípios participam sobre o melhor gerenciamento dos recursos hídricos, “não é coerente que apenas uma cidade capte e trate os seus esgotos, enquanto que outra localizada logo acima dela na bacia hidrográfica não faz o mesmo”, questiona ele. O professor destaca a necessidade do Comitê de Bacia Hidrográfica focar a preocupação na captação e tratamento dos efluentes domésticos dos três maiores municípios da bacia: Mossoró, Pau dos Ferros e Apodi. No caso de Pau dos Ferros, os efluentes lançados podem ser transportados até o Reservatório de Santa Cruz, em Apodi, “contaminando um ambiente aquático com imenso potencial de aproveitamento hídrico e de grande relevância para preservação da biodiversidade aquática do semiárido”, explica o professor.
Higo
Lima - Jornal de Fato