Há angústia
e ansiedade vindas de auxiliares da Prefeita Goreti Pinto e uma dose
exagerada de intolerância da parte de segmentos médios da população de Apodi em
relação à administração municipal.
Uma espécie de radicalismo antecipado, amador e inconsequente do ponto de vista eleitoral, uma vez que até a eleição as configurações atuais estarão muito modificadas.
Intolerância incentivada até por lideranças, em entrevistas públicas. Nem falo do papel da oposição, que pela sua natureza e sobrevivência precisa fixar posturas e ampliar suas ideias, combater o bom combate que a democracia impõe.
Situam-se mais claramente em setores médios da população, do ponto de vista econômico, a maior reação ao governo Goreti Pinto. E não se trata de uma reação ao desgastado estágio atual do governo de Apodi.
É verdade que há um pouco de frustração deste tipo de eleitor "palumbiano" que, por preconceitos, alianças pontuais ou falta de melhores opções, deu o voto para a candidata do Partido dos Bacuraus em 2008.
Caso a atual administração de Apodi consiga equilibrar suas ações administrativas, minimamente pondo pra funcionar a Prefeitura, mantenha ações reais de melhorias nos bairros mais pobres e uma melhor apresentação da cidade (coleta de lixo, iluminação, urbanismo, trânsito e etc.), pode reequilibrar as avaliações.
Aliás, acho mesmo que a divisão dos setores médios, na busca dos seus novos sonhos eleitorais, favorece enormemente a situação. Esses setores caminharão para a oposição, dividia em diversas opções.
Se Goreti tiver competência para não afastar-se completamente de todos, mesmo sendo provocada e até insultada, vejo que ela tá com a faca e o queijo na mão, tem o apoio do governo estadual e federal, ganhará novas condições de disputa na sua própria sucessão.
Do
ApoDiário: Pediram-me pra fazer oposição com responsabilidade. Se isso não for
oposição com responsabilidade é o que?
Uma espécie de radicalismo antecipado, amador e inconsequente do ponto de vista eleitoral, uma vez que até a eleição as configurações atuais estarão muito modificadas.
Intolerância incentivada até por lideranças, em entrevistas públicas. Nem falo do papel da oposição, que pela sua natureza e sobrevivência precisa fixar posturas e ampliar suas ideias, combater o bom combate que a democracia impõe.
Situam-se mais claramente em setores médios da população, do ponto de vista econômico, a maior reação ao governo Goreti Pinto. E não se trata de uma reação ao desgastado estágio atual do governo de Apodi.
É verdade que há um pouco de frustração deste tipo de eleitor "palumbiano" que, por preconceitos, alianças pontuais ou falta de melhores opções, deu o voto para a candidata do Partido dos Bacuraus em 2008.
Caso a atual administração de Apodi consiga equilibrar suas ações administrativas, minimamente pondo pra funcionar a Prefeitura, mantenha ações reais de melhorias nos bairros mais pobres e uma melhor apresentação da cidade (coleta de lixo, iluminação, urbanismo, trânsito e etc.), pode reequilibrar as avaliações.
Aliás, acho mesmo que a divisão dos setores médios, na busca dos seus novos sonhos eleitorais, favorece enormemente a situação. Esses setores caminharão para a oposição, dividia em diversas opções.
Se Goreti tiver competência para não afastar-se completamente de todos, mesmo sendo provocada e até insultada, vejo que ela tá com a faca e o queijo na mão, tem o apoio do governo estadual e federal, ganhará novas condições de disputa na sua própria sucessão.