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quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

[espaço do leitor] Análise crítica (favela do Alemão)

Autor: Souza Apodi-Net Informática

Em relação à matéria explicita anteriormente sobre a invasão da Favela do Alemão, na minha concepção, não os denomino de bandidos, o que existe são pessoas marginalizadas por falta de oportunidades, seja através das restrições pela educação, saúde, moradia entre outros. Dessa maneira as pessoas que não fazem parte do processo digno do mínimo de direito para sobreviver se entregam as drogas ou contribuem para o tráfico ou para outros setores que a desigualdade social tenda a designá-lo.

Pois, sabemos que os maiores estão no congresso nacional (e são denominados com outra expressão) ou em alguma facção de poder como os demais cargos a nível estaduais e municipais, ou até muitas vezes simulando serem nossos defensores, são verdadeiros intelectuais em passar o tempo formulando grandes estratégias perante os grupos que prezam somente seus intesses pessoais.

Desse modo dão sua parcela de contribuição diária para a marginalização e ações de desordem. Esse exemplo do alemão não passa de um abasta a corrupção que temos que ser capazes de manusear microscópios para poder enxergar, se quiser reagir de forma significativa a isso temos que contribuir de forma direta para a participação popular para despertar sobre esses malefícios diários que corrompem a sociedade, ou seja, através da formulação de ações práticas que resultem em projetos de bairros, pois esses estão mais próximos aos problemas sociais.

Diante do já exposto, é preciso impregnar uma política de educação com parâmetros arrojados com fins de melhor o nível de educacional sucateado em país, valorizando melhor as políticas públicas desencadeada principalmente pela re-valoriazação do profissional capacitado para exercer cargos administrativos e não os colocar por meras trocas de favores. No entanto, se quisermos mudar essa história e fabricar malfeitores temos que começar pela nossa cidade, no qual é onde estamos incumbidos. Desse modo colocando um quadro de pessoal capacitado junto ao comando dos municípios para assumir tal cargo público, dessa forma não existiria bandidos como citado, e os resultados na formação do cidadão seria outro do que costumamos verificar no cotidiano, se caso isso não funcionasse ai sim poderíamos denominá-los quem sabe de uma expressão mais convincente.

Souza Júnior (ApodiNet - Informática)
Valeu Jânio um abraço.

Um comentário:

Anônimo disse...

Quem está no sofá de casa vendo pela TV a força da bandidagem no Rio de Janeiro pode nem se dar conta que ao comprar produtos piratas está financiando o crime.